PROA: Revista de Antropologia e Arte

Confira aqui os números em que participei do comitê editorial

Entrei para o Comitê Editorial da PROA, revista de antropologia e arte do IFCH, em 2017. Trata-se de uma revista acadêmica de alunos da pós graduação que tem como objetivo disponibilizar para a comunidade em geral, através de um site de acesso irrestrito, artigos nas áreas de Antropologia e Sociologia da Arte, Antropologia Visual, Etnomusicologia, Etnoestética, História da Arte, Patrimônio Cultural, Políticas Culturais, Práticas Artísticas Contemporâneas, Performances e Rituais. Minha contribuição passa por diversas atividades, como enquadramento dos trabalhos, envio para pareceristas, organização dos sites e canais, bem como propor dossiês, entrevistas e conteúdos que contribuam para a área. Segue aqui as edições das quais participei:
Revista PROA 8.2 - Antropologia e Arte | Unicamp

REVISTA PROA | v. 2, n. 8 (2018)

Resumo:  Esse número da revista contém a primeira parte do dossiê "Arte em Festa" no qual os artigos e ensaios visuais encontram na festa um local etnográfico privilegiado para pensar as corporalidades, as danças e as técnicas enquanto manifestações artísticas. Na seção de fluxo contínuo Marcos Carvalho Lamy e Martina Ahlert abordam em seu artigo o papel da técnica, da criatividade, do desempenho e do improviso dos músicos nos rituais do Terecô, religião afro-brasileira no Maranhão. A força, categoria central dessa  religião, é indicada como inexorável a música. Já o artigo de Alberto Luiz de Andrade Neto aborda três obras recentes, do artista Cristiano Lenhardt, buscando demonstrar as relações que a arte contemporânea estabelece com a antropologia tanto em um diálogo teórico como analítico. Os caminhos se dão pela subjetivação e a identificação do artista nesse campo de conhecimento. Conta ainda com uma entrevista, conduzida por Sheyla Diniz, com o artista Capinan, letrista e poeta baiano que fala da sua participação no tropicalismo, no movimento decontracultura e no papel da arte engajada durante o período de repressão do golpe e da ditadura militar nos anos sessenta e setenta.

Revista PROA 8.1 - Antropologia e Arte | Unicamp

REVISTA PROA | v. 1, n. 8 (2018)

Resumo:  Nessa edição a revista PROA anuncia que passou a fazer parte do Directory Of Open Access Journals (https://doaj.org/toc/2175-6015), um indexador multidisciplinar com reconhecimento internacional, que desde 2003 agrega revistas com acesso aberto na defesa de uma produção científica independente e de acesso gratuito. É nesse número que a revista lança seu canal no youtube, onde passa a publicar os ensaios áudio visuais aprovados pelos pareceristas. O filme “Osiba Kangamuke - Vamos lá, Criançada!” foi o estreante! Na seção de fluxo contínuo, o artigo de Ana Paula Campos analisa como as festas de Exu, em terreiros cariocas, são campos privilegiados para análise da incorporação enquanto fenômeno artístico. As pesquisadoras chilenas Carla Pinochet e Margarita Gomez exploram as reverberações entre arte e antropologia no artigo “Investigación en arte y antropología: una experiencia de colaboración interdisciplinaria”, a partir de uma etnografia de um programa educacional com crianças em Santiago. Luciane Coccaro analisa o espetáculo A Sagração da Primavera de Igor Stravinsky a partir dos conceitos de arquivo, repertório e roteiro. Na seção de Ensaios Visuais, Denise Pimenta traz um experimento fotográfico e metodológico desenvolvido na Serra Leoa, através do uso da câmera Polaroid com um grupo de onze interlocutores de sua pesquisa de doutorado.

Revista PROA 7.2 - Antropologia e Arte | Unicamp

REVISTA PROA | v. 2, n. 7 (2017)

Resumo:  A PROA 7.2 apresenta o dossiê Arte & Rua, concebido a partir do caloroso debate envolvendo artistas de rua e gestores públicos de São Paulo nos primeiros meses de 2017. A polêmica lei “antipichação” aprovada pela Prefeitura, que autorizou o apagamento de centenas de grafites e pichações dos muros da cidade, trouxe mais uma vez à tona sérios questionamentos sobre o lugar e a legitimidade da arte. Interessada nessa discussão, a PROA procurou organizar contribuições em que se pensasse de um ponto de vista antropológico a articulação entre os espaços urbanos e os fazeres artísticos. Os artigos e ensaios aqui reunidos realizam essa empreitada e vão além. Com base em análises etnográficas voltadas ao presente e ao passado, eles alargam a compreensão sobre a “arte” em termos de sua produção, recepção e circulação, bem como procuram refletir a respeito do estatuto conferido à “rua” por diferentes atores sociais. Lugar da ordem pública e do anonimato descompromissado para uns, suporte ativo das manifestações artísticas para outros, a rua escapa a definições a priori e deixa abertas diferentes possibilidades interpretativas. Essa temática também inspira outras seções, como a contribuição do Coletivo ArdePixo para nossa Galeria, e que ilustra todo o volume desde a capa, e apostam no pixo não apenas um grito de revolta, mas principalmente uma resistência simbólica.

Revista PROA 7.1 - Antropologia e Arte | Unicamp

REVISTA PROA | v. 1, n. 7 (2017)

Resumo:  Com o lançamento do primeiro volume da PROA 7, conseguimos consolidar os planos de tornarmos a nossa publicação semestral. No intuito de construir um diálogo que não se encerra nas
fronteiras nacionais, contamos, em nosso Conselho Editorial, com uma presença mais expressiva de
professores que atuam no exterior - fruto de uma reestruturação em curso. Ficamos entusiasmados com o significativo interesse dos autores que têm nos enviado trabalhos desde que passamos a receber submissões em fluxo contínuo. Neste volume, contamos com artigos que abordam temas marcadamente diversos: o cinema europeu e latino americano, as artes negras na modernidade, os rituais urbanos de ayahuasca, os processos de patrimonialização na Bahia e a produção fotográfica de mulheres imigrantes em São Paulo. Apresentamos, ainda, na seção “Relatos e Experiências”, uma discussão acerca dos movimentos de funk e hip hop na capital paulista, vistos a partir da produção artísticas de mulheres atuantes nesses movimentos. Já na Galeria, trazemos a obra de Botelho Netto, fotógrafo interessado na cultura caipira e ribeirinha do Vale do Paraíba. São justamente essas fotografias que inspiram a capa e toda a arte deste volume, criada por Laís Blanco - artista visual, cuja pesquisa é voltada para a fotografia analógica e outras formas de impressão. Por fim, anunciamos, com alegria, a publicação da primeira de uma série de entrevistas com os fundadores do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Unicamp, ao qual a PROA está vinculada. Nesta primeira publicação, a entrevistada é a Professora Verena Stolcke, que remonta o processo de vinda a Campinas, desde Londres e depois de sua passagem por Cuba. Trata-se, sem dúvidas, de um importante documento para a história da antropologia no Brasil.

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